Organização

Nichos organizados

março 30, 2015

ORGANIZAÇÃO

Há controvérsias sobre nichos em armários de dormitório. Tem quem gosta e tem quem não gosta.  Provavelmente, a turma do "não" está repleta de gente que ainda está por descobrir o que fazer com eles. Hoje, quero trazer um pouquinho mais de visão positiva para os úteis; e, às vezes, incompreendidos, nichos de armário.

O primeiro passo foi conversar com os moradores e entender se, manter toalhas e roupas de cama no dormitório, era primordial. São peças volumosas e geralmente requisitadas uma ou duas vezes por semana e não diariamente. Com a possibilidade de organizá-las no armário de quarto de hóspedes, foi possível focar as necessidades do casal.



Numerei os nichos para facilitar nossa conversa:

01- Os sapatos sociais dele, pouco usados no dia a dia, devido ao trabalho em construção, ficam nas caixas originais, pois não cabem na sapateira de uso diário. Por sorte, essas já vieram com uma imagem do modelo, o que facilita muito na hora de usar. Se você pode investir, caixas transparentes são ótimas soluções;



02- Para os sapatos dela valeu o mesmo conceito. Os de festa ficaram aí no nicho, já que também são pouco usados.

03- As malhas, que estavam amontoadas, foram dobradas e empilhadas. Cada pilha tem seu dono. A da esquerda é dele e a da direita dela.

04- Caixinhas com bijus, apetrechos de celular e outras miudezas, foram organizados em embalagens e deixados à mão. É legal deixar espaço livre para apoio na hora de abrir e usar.

05- As bolsas saíram de outro canto e vieram para cá. A mais utilizada ficou na frente e as demais, por ordem de cor e tamanho, ao fundo. Pertinho dali estão os sapatos, rápido para montar o look.

06- Os bonés também estavam perdidos em outro endereço, vieram facilitar a vida de quem usa. Encaixados um no outro, não amassam. E ainda sobrou um espacinho que antes não existia!

Às vezes, soluções simples podem mudar o seu dia. Organizar é questão de iniciativa, manter é disciplina. Disciplina é hábito e esse a gente só ganha exercitando.... 1,2...1,2... respira e mãos à obra.

Gostou das dicas rápidas de hoje? Tem sugestões? Deixe nos comentários, quero ouvir você!

Beijos, beijos!!!

Palavras do Coração

Rodinhas nos pés – Homenagem a uma avó modernosa

março 25, 2015

PALAVRAS DO CORAÇÃO

Imagina uma senhorinha simpática, cheia de energia e com rodinhas nos pés, que não conta a idade porque tem medo do famoso pré-conceito, mas que deixa claro que energia não falta! Lembra que falamos da aparência no texto “A Muralha”? Pois é, a lista vai longe e contar a idade, segundo ela mesma, pode desaboná-la em seu trabalho. Pasmem costureira de roupas para noivas, formaturas e aniversários de 15 anos. Trabalha sem parar.



“Vem passar uns dias em casa”, digo quando conversamos ao telefone. Imagine!!!! Responde. Tenho o vestido da noiva, da mãe da noiva e da daminha de honra para fazer! Quer ir comigo para São Paulo? Retruca. Preciso comprar os tecidos e quero te mostrar umas “lujinhas” que descobri...

Fui... Buzão de comerciante com regras de conduta, horários rígidos e cafezinho de manhã e à tarde. O taxista, já conhecido, é sempre mimado com a melhor paçoca encontrada durante a viagem. Leva-nos até o ponto de onde o ônibus sai e seguimos madrugada a fora. Ela, já acostumada com o ritmo, dorme tranquilamente, sabe que precisará de toda a energia disponível. Eu? Onde ponho as pernas compridas que não se acomodam em posição nenhuma? Para cima, graças aos céus o alongamento é bom. Cômica visão para todo o resto do ônibus, porque a dona das rodinhas nos pés exige o primeiro lugar, bem lá no gargarejo mesmo.

Das mais antigas frequentadoras dessa viagem e detentora de alguns privilégios, cumprimenta todos os uniformizados responsáveis com beijos e abraços e eu, honrada por tabela, agradeço pelas gentilezas e simpatias por estar com a senhorinha mais simpática do ônibus.

O vinhozinho, disfarçado de chá, ajuda na soneca necessária diz, e abre um potinho de vidro que parece de papinha de nenê. Me oferece, e aí de mim se não tomar. Se não dormir é porque não tomou o “chá”! Vira a reza do resto da viagem. E a perna, o chá encolhe? 

Duas da manhã e vamos à primeira caminhada pelos arredores. Duas marinheiras de primeira viagem (aêh Marli e Rose) querem conhecer a simpatia (ou falta de) dos chineses comerciantes, e às cinco da manhã se convencem de que é hora de um descanso, afinal o dia nem começou!!

De volta ao ônibus e sem o chacoalho da estrada, consigo tirar um soninho. Mais por cansaço que por facilidade, por que a perna continua em desavença com o espaço entre o banco e o vidro do ônibus.
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Seis horas da manhã. Engata primeira e segue em frente. Vira rua, segue em frente, pega táxi. Tá cansada? Quer dar uma paradinha? Pergunta para as moçoilas empolgadas e esbaforidas de baixo de um sol de pelar o coco. Naaaaão, respondemos em uníssono, mais em prol do desejo de ver tudo o que queremos, do que realmente por estar com o mesmo pique que ela.

No caminho, um taxista largado dentro do único carro do ponto, com a porta aberta e as pernas para fora chama a atenção de nossa guia. Olha só, é meu amiguinho taxista! Comenta animada. Eu, cometendo o erro de achar que era confusão da parte dela, engulo o péssimo exemplo de subestimá-la, ao ouvir o cidadão sair de dentro do carro, entre surpreso e animado com o encontro e dizer: Ôh!!! A quanto tempo!!!! Como vai a senhora? Se precisar estou por aqui! 

E depois dessa... parei para pensar, respirei fundo e recoloquei minha confiança sobre ela no lugar devido. Que o resto do mundo tenha preconceito sobre sua idade é uma coisa, mas eu? Dei-me um puxão de orelha e segui em frente.  Errar só é um ganho se o aprendizado acontece de alguma maneira. Aprendi, espero!

E os cumprimentos continuam. Ela conhece todos os antigos lojistas e as gerações seguintes. Sabe quem trabalhou onde e quem, se aproveitando da experiência adquirida, abriu seu próprio negócio no ramo. Lojas novas não primam pelo atendimento acolhedor e cheio de histórias, são engolidoras de consumidores com seus produtos chineses baratos que, por falta de opção nesse país abarrotado de impostos, obriga-nos a comprar onde cabe no bolso.

A caminhada continua um pouco mais e então ouço: Tá passando bem querida? Aiaiai, respondo. Vem, vou deixar vocês no café da minha amiguinha que tem uma quiche deliciosa, fala dando uma piscadinha marota. Fui. Fiquei uns quinze minutos sentada bebericando um chá gelado e tentando compreender de onde vem tanta energia e disposição. Eu ali, arriada, enquanto ela dava um “pulinho” até outra rua para comprar aviamentos. E você ainda tem dúvidas sobre o significado de envelhecer? 
Alguém segura a danada? Pôs-me sentada na lanchonete, mas não parou nem para bater papo com a amiga dona do café. Apresentou-me e picou a mula!

As rodinhas nos pés são aquisições cultivadas durante a vida. Sempre trabalhando e muito ativa, conhece São Paulo a mais tempo do que existo e vale o mesmo para os passeios ao “Parisguay”, como ela mesma chama. Mas, essa é outra história.

Quantas vezes já ouvi que velhice é questão de estado de espírito! Se eu chegar na idade dela, com a metade dessa disposição, estou mais que satisfeita. E tem gente que não entende que idade não define ninguém, a realidade é que são apenas rugas a mais e experiência de vida suficiente para mudar o jeito de ver e viver a vida.

Quer aprender a viver a vida do melhor jeito? Arruma uma avozinha como essa! Ela pode ser a avó de uma amiga ou a bisa da filha de alguém e é fácil de reconhecer. Olhos espertos, mesmo que pareçam cansados, agilidade comedida, mas constante, bom humor com suas próprias limitações e muita criatividade para continuar fazendo o que sempre fez, sem depender de ninguém. Porque a danada de rodinha nos pés e disposição de sobra já é minha desde que nasci!!! Divido com as netas que ela mesma adota por afinidade e carinho e que não são poucas, afinal... quem é que resiste?

E para fechar com chave de ouro, uma frase de autoria da própria: “Velho não tem que ficar jogado num canto!!! Levanta!!! Vai viver!!!! "


Nota: O texto que vocês acabaram de ler está pronto desde o ano passado. Vocês lembram que comentei o quanto foi lento o processo de montagem da nova versão do blog, e passei mais de um ano cultivando minha paciência? Pois é, esse texto, entre outros, fez parte do processo de espera.  Era o que eu podia fazer: escrever. O resto estava fora do meu alcance. Eles foram escritos numa determinada ordem que eu quis manter, até então. Hoje, decidi atropelar o calendário e postar o “Rodinha nos pés” como uma homenagem. Meu jeitinho de fazer as honras a uma avozinha modernosa e muito espevitada, que sem aviso prévio, foi morar com as estrelas.

Foi o meu jeito de contar para vocês um pedacinho de nossos momentos juntas, um téquinho de tempo que descreve bem quem ela era. Gente, essa avozinha, aos 88 anos, fez sua passagem para o outro plano dia 17 de março; alguns dias atrás. Doeu muito para quem ficou, mas ela foi do jeito que queria; enquanto tirava o cochilo da tarde. Como ouvi de algumas pessoas: foi como uma lady, uma diva, como se tivesse marcado hora. Dormindo e sem deixar nenhuma noiva ou debutante na mão, todos os vestidos haviam sido entregues. 

O susto é o que mais dói e deixa a sensação de que faltou a última palavra, o último abraço, mais uma viagem ou outra semana na casa dela. Dói mesmo. Fico pensando em como vivi a minha vida até agora, se eu estaria pronta para deixá-la sem a sensação de que não fiz tudo... Não sei não! Ela viveu mesmo. Conquistou um batalhão de amigos e pessoas queridas, conhecia um mundaréu de gente, várias gerações de uma mesma família e tinha muitas histórias para contar. Ganhou muitos filhos e filhas, netos e netas por adoção espontânea. 

Quem nesse mundo conhece alguém que chegou aos 88 anos super ativa, lúcida e saudável? Que viveu 88 anos à risca seus três pilares de vida? 
- Trabalhar (muito e com muita dedicação)
- Comer bem (era natureba e cuidava da saúde)
- E viajar muuuuuuitooooo. 

Eu só conheci ela! 

Dizia: “Minha querida, todos os dias agradeço a Deus e peço só uma coisa: Saúde. Porque com saúde,  “nóis resorve” o resto”!!!"

Hoje, ainda dá uns cinco minutos de deprê quando lembro que ela não vai mais me contar, por telefone, que fez sua salada preferida de frango, ervilhas frescas, maçã, passas e que seu estoque de vinho estava acabando, “preciso ir pro Paragua de novo”, dizia; “vamu?” e me perguntava se eu queria um pouco (da salada); eu respondia: “quero... manda...rsrs”. 

E esse vazio maluco que se expande até tirar lágrimas dos olhos e faz pensar: podia ter demorado mais para acontecer, né!!!??...

Sabe, acredito sim na continuidade da vida, mas nada impede que a gente sinta saudades, e essa dita cuja dói que é uma coisa! O que quero mesmo agora, além de parar de vazar pelos olhos (antes que eu vire uma ameixa) é pensar nas coisas que aprendi com ela, ou melhor, pensar naquilo que ela realmente sabia fazer: VIVER! Genteee, como é difícil isso! Essa minha vidinha é tão branco e preto perto da vida que ela cultivava!!!! 

A missão do momento é encontrar um jeito de contar para a bisneta pois, sempre que estamos juntos, vem a pergunta: Cadê a bisa? Então... missão de pai e mãe! E a bisa vai mesmo virar uma estrelinha no céu!

Amores... apesar do nó na garganta, eu só tenho a agradecer. Tive uma avó que viveu 88 anos. Como a ampola da vida tem limite para todos, a dela terminou de uma maneira tranquila e é o que importa. Eu pude viver momentos especiais (né não Gabi, Marly, Rose e Tia Neiva?) e espero poder continuar contando sobre eles aqui, com muito humor e carinho, porque essa avó com rodinhas no pés tem morada definitiva nas lembranças e no coração dessa neta, que adora contar um causo e tem um orgulho enorme dessa família: pai, mãe, irmão, cunhada, sobrinha, tias(os), primas(os) e de todos os quatro avós que já moram no céu. E olha que tem coisa pra contar, hein!!! 

E para encerrar a postagem de hoje: viva da melhor maneira possível. Pare de deixar as coisas para depois! Sei que a vida é corrida, e às vezes não tem jeito, então, deixar para depois só vale se não for por preguiça, porque preguiça estava fora da lista de coisas boas da D. Nilda, e ela sabia o que era bom!!! 

Se proponha a ajudar quem precisa, não espere que te peçam, você conhece as pessoas que te rodeiam e quando se cultiva a convivência, se conhece também as necessidades. Ficam aí algumas diquinhas dela para vocês!!!  E que Deus abençoe mais essa estrela que ascende no céu para brilhar. As palavras do momento? Amor, saudades e aprendizado.

Beijos, beijos! 



Palavras do Coração

A Muralha

março 24, 2015

PALAVRAS DO CORAÇÃO

Sabe aquela pessoa simpática, educada, que toma cuidado com as palavras que usa. Que parece frágil, ingênua e ainda por cima aparenta ser mais nova? Então, aquela mesmo que todo o mundo acha que não é lá muito capaz para tomar decisões, fazer escolhas ou lutar pelo que quer? 


Invariavelmente, quando ela começa a dizer o que pensa sobre algo importante, alguém mais do que rapidamente interrompe, pois sabe (ou pensa que sabe) exatamente o que será dito e não quer perder tempo com coisas de pouco ou nenhum sentido. 

Que experiência de vida tem este ser de feições delicadas e voz de menina para pensar que pode dizer algo melhor ou mais inteligente do que outra pessoa diria? 

Imaginação é coisa que vai além da criatividade artística e de alma, é também conceber, ou imaginar, que dentro do pacote embrulhado com ingênuo esmero pode ter um conteúdo tão interessante e surpreendente que só mesmo quem não tem pressa em julgar, consegue enxergar.

Quem pode garantir o que vai dentro desses olhos redondos além do que sai pela boca de palavras educadas? A única coisa que se pode garantir é a confiança conquistada com atitudes, pois as palavras fáceis são esquecidas ou deixadas para depois.

Assim como, aquela pessoa doce pode ser pré-julgada como pouco capaz, outros pré-julgamentos também existem, exultando falsas qualidades ou plantando defeitos, é o que se chama de pré-conceito, no sentido de tirar conclusões sem conhecimento suficiente sobre o assunto ou a pessoa.

Não avalie o que o espelho vê e não dê ouvidos às palavras filtradas, observe as escolhas feitas e os motivos pelos quais essas escolhas ainda persistem. Acreditar em si mesma é o primeiro passo para caminhar sem grandes tropeços (porque eles existem e são necessários para nosso aprendizado). 

Defender o que você acredita ser o certo é cuidar de você com carinho e respeito, um cuidado que ninguém mais pode ter, porque ninguém mais pode sequer imaginar o que vai dentro de você. Deixe que a aparência engane quem quer ser enganado, não se magoe por isso. Quem julga pela aparência esquece que todo presente precisa de uma caixa, que feia ou bonita, não define o que tem dentro.

Seja uma muralha, nunca abra mão do que é importante para sua saúde emocional, mesmo que outras pessoas tentem convencê-la de outros pontos de vista, elas não conhecem as consequências das suas escolhas tanto quanto você.

Exercite não pré julgar quem você não conhece bem e cultive as pessoas que querem saber quem você realmente é.

Beijo, beijo

Decoração

O Home office da amiga paisagista Simone Kremp

março 16, 2015

HALL DA FAMA

Desde que comecei a pensar na versão nova do blog, fiquei muito preocupada em fazer boas escolhas. Utilizar as versões anteriores como referência do que deu certo e do que não ficou tão legal, foi um baita ponto de referência. A melhor parte da experiência dos oito anos blogando, foi compreender a importância do planejamento e aprender a visualizar as coisas do ponto de vista do leitor - personagem principal do mundo blogueiro.

O blog é feito para você, mesmo que ainda não esteja exatamente como você imagina ser o ideal. O mais importante é ter a sua opinião e, melhor que isso, sua participação aqui em nossa “casaa”, na fan Page e em todas as outras redes sociais onde o blog está presente.

Pensando no que o leitor procura, decidi trabalhar em uma nova vertente do blog, uma mais profissa e mostrar para vocês o que tem de bom sendo feito por aí, pelos profissionais da área, colegas de profissão ou amigos queridos com repertório profissional que vale muito conhecer o: “Hall da Fama”.

O profissional pode abrir as portas da sua casa, ou apresentar um projeto desenvolvido para um cliente. Vamos trabalhar com as duas vertentes, porém começaremos com a primeira. Para inaugurar, uma amiga querida paisagista, lindona e que tem alma de construtora. Ela coloca a mão na massa e manda ver no tijolo, cimento, pintura e o que for. Super criativa,  a sua marca está presente em toda a casa e hoje ela vai mostrar o seu cantinho de trabalho!!

Paisagista, super organizada, dona de uma personalidade forte e ainda com o DNA construtor nas veias. Voltada para a natureza, resolveu seu “lar doce lar” de um jeito muito “paisagista e natureba de ser” e que eu adorei! Hoje, vocês vão conhecer o cantinho de trabalho da Simone Kremp.

Quando resolvi postar, entrei em contato e pedi para que ela me enviasse um conteúdo escrito, pois as fotos eu já possuía. Eu queria incluir algo autoral para personalizar, já que eu é quem estava trabalhando na postagem:

“Quando o escritório de casa ficou pequeno para os dois, foi preciso improvisar e deu certo! Usei um espaço da sala, que antes era usado somente para leitura e o transformei num ambiente de trabalho, inclusive mais claro, arejado e onde fico em contato direto com os acontecimentos diários.” (Simone Kremp)

Depois, conversando pelo Skype - santo Skype - fiz algumas outras perguntas. Queria saber mais sobre a história de vida dos objetos que ela escolheu ter ali e descobri muita coisa legal! Mas, antes de continuar... as imagens:





Ficou ou não ficou suuuuuper legal!!!

A iluminação natural que vem da clara boia e os vasos grandes de plantas setorizam o espaço e dão uma sensação de leveza e calmaria. Aos pés da parede lilás, lá no fundo, tem um mini jardim zen, veja no piso... iluminação embutida!Não é o máximo?!

A prateleira com os livros é herança de família, feita pelo avô paterno que ela não teve a oportunidade de conhecer, mas ele tem garantida sua presença na história de vida dela através do móvel. Adoro isso!

A mesa foi construída por ela e o marido - engenheiro civil. Os pés eram sobra de obra, era para ser uma viga de telhado, mas os veios estavam contrários e não pode ser aproveitada. Compraram a prancha e voilà, uma mesa de trabalho!

A tina é original, nossa amiga Simone não curte “faz de conta que é” e achou a peça em algum depósito por acaso. Linda!

Gente, eu adoro o jeito que ela resolveu a decoração da casa. Simples, leve, natural e cheio de personalidade. Inspire-se!!!

O que você achou? Conte-nos!!!

Beijos, beijos



Organização

Dicas para o armário dele

março 11, 2015

ORGANIZAÇÃO

Você quer dar uma geral no armário de roupas do maridão e acha que precisa gastar uma fortuna com cabides iguais? Nem sempre! Você pode aproveitar os melhores e os que estão em número suficiente e categorizar o uso. Veja algumas ideias sobre isso e outras coisinhas.


01- Sabe aqueles cabides de metal próprios para calças? Pois é, há quem goste muito deles e há quem, como eu, prefere outra solução. Não quero criticar qualquer uso de qualquer produto, e sim passar para você uma opinião prática sobre algo que pode ou não ser útil para o seu estilo de vida. 
Neste armário todas as calças estavam armazenadas dessa forma (com cabides de metal para várias calças), mas o usuário tinha dificuldade em mantê-las organizadas. Cada calça retirada, duas escorregavam. Para não abrir mão do investimento já feito e aproveitando a qualidade dos cabides, contabilizei-os e confirmado que estavam em número suficiente, foram utilizados para os casacos mais pesados. 

02- Cada calça em um cabide deixa tudo mais fácil. Nada escorrega e você vê tudo ao mesmo tempo. Na hora de selecionar, separe-as por estilo e depois por cor. Assim, todas as jeans ficam juntas, do tom mais claro para o mais escuro ou o inverso se você preferir. Todas as calças sociais seguem o mesmo raciocínio e a assim por diante. Para deixar a composição harmônica e sempre com cara de super arrumada, escolha uma única posição para pendurá-las. Aqui, optei pelo cavalo voltado para o fundo do armário. Quanto ao cabide, aproveitei o modelo que estava em maior quantidade para as calças.

03- Separe as camisas na seguinte ordem: manga curta, meia manga e manga comprida, e depois por cor. Deixe listradas, xadrezes ou estampas encaixadas após cada grupo de cores correspondentes. Como quase todas as camisas estavam para passar, contei-as e deixei definida a quantidade necessária para compra dos cabides, pois nesse caso, não havia mesmo o suficiente.




Veja este closet. Quem disse que a ordem não altera o resultado? No mundo da organização esse é um elemento chave que faz a diferença. 

04- Organizando as roupas por setor, tipos, cores, ganhou-se uma área livre em baixo das calças. A sugestão foi utilizá-la para armazenar a pasta de trabalho. Ao chegar ao final do dia e se preparar para o banho, as pasta vai dormir num cantinho só dela e no dia seguinte, após a troca de roupa, ela já está na mão. Outra sugestão: uma caixa sem tampa, cesta ou bandeja onde deixar itens também de uso diário como relógio, carteira, óculos, etc.




Na imagem do closet acima, organizadas para outro casal, as calças não foram dobradas com a barra na mesma altura da cintura. Nesse caso, elas ficam todas na mesma altura entre si, mas a cintura um pouco acima.  O lado esquerdo é dele e o direito é dela. Cada caso é um e as soluções precisam adaptar-se ao jeitinho de quem vai usar o espaço.

Veja como o dia fica bem mais simples com pequenas mudanças!

Beijos, beijos


Decoração

Lavabo Pequena Joia

março 09, 2015

DECORAÇÃO

Já ouvi muita gente dizendo que avalia restaurante, shopping e lojas através do banheiro. Eu sou uma delas. Um lavabo bem apresentado e limpo é sinal de que a preocupação com os clientes é real e constante. Se você entra em um banheiro, tem vontade de virar no pé e sair correndo, é porque lá no fundo, e talvez nem tão fundo assim, você imagina que a qualidade do serviço é superficial, só fachada e que, nos bastidores, as coisas são bem diferentes, e para pior.




Então, imagina como sua visita vai se sentir ao pedir licença para ir ao toalete e se deparar com um espaço com cara de “como quase ninguém usa, não é preciso se preocupar? ” Sua casa passa mensagens o tempo todo e o lavabo precisa dizer: “É um prazer enorme receber você! ”.




Por isso, hoje o assunto é lavabo. Dicas, sugestões e boas ideias para que você dê um up e deixe-o com cara de bons amigos.

Para as imagens, achei interessante trazer algo especial. Muitos lavabos que brilharam em mostras de Casa Cor e outras, pelo Brasil afora, e também projetos residenciais legais de profissionais antenados.
Espero que gostem e sirvam de inspiração. Alguns são meio grandinhos, como nada deve ser copiado, vale a pena pelas boas ideais! 





1- Espaço enxuto valoriza pequenos detalhes. Não se acanhe, capriche e receba bem!





2- Lembre-se: imprimir sua personalidade é sempre mais autêntico do que simplesmente seguir tendências.





3- Louças e metais x simplicidade e eficiência. 
O branco nas louças ainda é o primeiro lugar na preferência geral, assim como o cromado nos metais.





4- As cubas coloridas caem bem nos ambientes descontraídos, mas devem ser usados com muito cuidado!





5- Você pode dispensar o revestimento no lavabo e investir em itens com apelo visual mais forte como os papeis de parede, adesivos, pastilha de coco, madeira. Tenha atenção ao combinar materiais, estampas e texturas.




6- Espelho, coringa eterno para pequenos espaços, amplia e confere charme. Do tamanho da personalidade do seu lavabo, com detalhes ou clean, ele é essencial.




7- O grande hit, desde que foram lançadas, são as cubas de apoio, ousadia e criatividade.




8- As cubas de sobrepor estão ganhando cada vez mais espaço com modelos de bordas maiores que marcam a volumetria entre bancada e louça e reforçam as linhas horizontais.




9- Os misturadores monocomando, que regulam a água quente e fria num movimento único, são econômicos e práticos. Se você quiser dar uma ajudinha ao planeta, pode optar pelo modelo com sensor, que fecha e abre a saída de água automaticamente ao ler a presença das suas mãos.





10- As bacias estão ficando mais altas, seguindo a estatura da população mundial, mas modelos modernosos, como os suspensos instalados na parede, permitem essa adaptação de altura sem grandes problemas, acima dos 38cm tradicionais.




11- Quanto à economia, ao contrário do que se acredita, a dupla bacia + válvula de descarga na parede consomem basicamente o mesmo volume de água que o modelo de caixa acoplada. No Brasil, todas as louças seguem o limite de 6,8 litros por descarga. O consumo depende mais de outros detalhes como o mecanismo - que hoje pode oferecer duas opções de descarga; a regulagem da válvula e o desenho da louça.




12- Como estamos falando de lavabo, a louça sanitária precisa ser caprichada. O ideal é unir beleza, conforto e economia. 

Espero que as dicas e as imagens tenham sido inspiradoras e que seu lavabo faça muito sucesso!  
Se você inventou moda no seu lavabo e curtiu, mande para o blog, compartilhe as boas ideias!
Beijos, beijos




Palavras do Coração

Escolha fazer a sua parte

março 05, 2015

PALAVRAS DO CORAÇÃO

O verão foi de pelar o côco apesar da empolgação por parte de São Pedro. De tempos em tempos, passamos pelo aperto da estiagem. Nosso país é um grande baú de riquezas naturais e talvez por isso estejamos tão mal acostumados. Mesmo com toda a movimentação mundial em prol da preservação e sustentabilidade, o brasileiro pensa seriamente no assunto apenas quando a água bate onde não deve, ou melhor... nem chega lá, porque é necessário que a situação esteja no limite para que a economia dos recursos naturais realmente seja levada a sério.


Inteligente seria aproveitarmos a mudança forçada de hábitos e aprender a economizar em prol da natureza e de nosso próprio futuro. Porém, longe de uma atitude coletiva, a grande maioria pensa apenas em suas próprias necessidades, e voltar aos velhos hábitos é só uma questão de oportunidade. Basta que a TV deixe de alardear a falta de água nos reservatórios que o desperdício retoma seu lugar.

Apesar de uma situação geral pouco positiva, prefiro não trilhar o caminho do negativismo preguiçoso, recuso-me a usar a atitude da maioria como parâmetro para as minhas próprias escolhas, ou seja, mesmo que a grande porcentagem siga o caminho errado, não quero entrar na mesma fila apenas porque ela está maior. Fazer a minha parte é a única maneira de realmente mudar as coisas.

Um dia, um amigo me disse que não fazia muito pelos necessitados porque achava que ajudar meia dúzia de pessoas não consertaria o mundo. Eu não quis levar a conversa adiante, mas o eco dessa opinião doe no meu ouvido até hoje. 

Talvez, pensar em consertar o mundo não seja tão pretensioso se a intenção parte de um grande líder influente. E mesmo que ele tenha a capacidade de mobilizar uma enorme multidão, provavelmente obteria resultados em um determinado país ou região. Ou seja, mudar o mundo pode ser um passo gigantesco até para quem é grande, o que dirá tratando-se de nós cidadãos comuns.

O que quero dizer é que não importa quantas pessoas você ajuda ou quantos litros de água você economiza em comparação ao resto do planeta. Fazer a sua parte é o que importa, mesmo sendo trabalho de formiguinha, a consciência coletiva começa individualmente, e se você e eu fizermos a nossa parte ela se multiplicará pelo exemplo.

Imagine uma criança que frequenta uma escola que ensina exclusivamente sobre cidadania e todos os assuntos pertinentes à boa convivência, respeito no trânsito, ecologia, sustentabilidade, higiene pessoal e tantos outros temas que podem mudar a qualidade de vida das pessoas. Imagine apenas 10 vagas, apenas 10 crianças tendo acesso a esse conjunto de informações, então você pensa: 10 crianças é muito pouco e não faria diferença nenhuma na melhoria do mundo.

Agora imagine que essas dez crianças levaram para suas casas todo o conhecimento adquirido e dividiram com seus pais, irmãos, amigos e primos. Vamos fazer uma contagem baixa para não exagerar. Se cada um dividir uma porcentagem do que aprendeu com sua família (vamos considerar uma família de quatro pessoas) terá multiplicado por 40 os beneficiados. Agora pense que cada uma dessas crianças cresceu e durante suas vidas continuaram distribuindo, através de pontos de vista, comportamentos e opiniões, tudo o que aprenderam, e nem vamos computar isso. Vamos seguir mais adiante e imaginar que cada uma delas casou-se e formou uma família (também de quatro pessoas) teremos mais 40 pessoas positivamente influenciadas que continuarão a deixar como herança exemplos positivos a serem seguidos.  E essa foi uma contagem baixa, pois famílias bem estruturadas transferem por gerações bons exemplos de conduta.

Misturei dois assuntos aparentemente dispares para exemplificar o que realmente é importante: escolha. Escolha fazer a sua parte sem se preocupar se o vizinho está tomando o mesmo rumo. Deixar de fazer algo positivo porque você se sente um (a) lutador (a) solitário (a) é apenas uma falsa justificativa para manter-se inerte.

Ajudar pessoas, economizar água, separar o lixo reciclável, utilizar de educação no trânsito, economizar energia elétrica são atitudes que você escolhe ter e que, independente do resto do mundo, fará diferença sim. Você tem uma vida inteira para ser exemplo e influenciar pessoas próximas, portanto, faça a sua parte por você em primeiro lugar, porque é no que você acredita e de grão em grão, sem nem ter clara consciência disso, você estará multiplicando atitudes ao infinito. Hoje, vamos cuidar da água que já falta para muita gente. Amanhã, vamos cuidar da água por escolha individual. 

Comecei a postagem de hoje pensando em dar dicas de economia de água para o dia a dia e acabei escrevendo o que penso sobre o assunto. Acho que segui o caminho do coração! But... abaixo segue a listinha dos temas que nasceram deste texto.

Dê a sua opinião. Tem alguma sugestão de como influenciar, de forma positiva e pacífica o vizinho que lava a calçada com a mangueira sem a menor dor na consciência? Conte pra gente!

Poste nos comentários, quero saber sua opinião! 

Beijos, beijos

Escolha fazer a sua parte (você está aqui)

Decoração

15 Dicas para sua Sala de Jantar

março 04, 2015

DECORAÇÃO

Eu não sei cozinhar, mas adoro comer! Arrumar a mesa para a refeição é minha incumbência diária e definitiva, mesmo que no dia a dia as soluções sejam simples e práticas, para mim é pura diversão. A qualquer momento vou postar sobre mesas, mas hoje é dia de jantar!




Na concepção mais formal a sala de jantar tem seu próprio metro quadrado, característica predominante das casas mais antigas e ainda presente nas de hoje quando o estilo de vida da família comporta.

A sala de jantar do século XXI mora de mãos dadas com a sala de estar. Acredito que a mudança de comportamento não foi apenas o amolecer de regras rígidas, descongelando a convivência, mas o crescimento das cidades, a valorização dos espaços e consequente encolhimento do teto nosso de cada dia. Esse “ajuntamento” humano transformou as relações entre as pessoas e delas com seus espaços.




Diversas atividades coexistem em um mesmo ambiente. Hoje, sala de jantar é sala de estudo das crianças, escritório - é só levar o lap top e pronto, refeição familiar, jantar entre amigos e até espaço para desenvolver algum hobby, quem faz scrapbook sabe do que estou falando.

Na postagem sobre sala de estar multiuso, falei muito sobre desenvolver atividades diferentes em um mesmo ambiente e hoje é a vez do jantar.




Alguns itens são importantes para que você seja feliz nas soluções deste ambiente:




01- A sala de jantar precisa ter fácil acesso à cozinha. Ninguém quer fazer caminhada de obstáculos segurando bandejas e louças certo?




02- Iluminação aconchegante e indireta é o ideal. Você pode utilizar gesso com luminárias embutidas ou sanca aberta com mangueira e complementar com um pendente. A luminária acima da mesa dá um certo charme e define o espaço, mas outras opções são possíveis. O importante é que o aconchego não impeça a boa visualização do que está sendo servido.




03- Um Bufê ou armário sob medida, além de auxiliar na hora de servir, armazena as louças. A falta de espaço é fato e cada cantinho bem aproveitado é lucro de metro quadrado.




04- Mesa redonda integra melhor a galera. Com 1,25m de diâmetro, seis pessoas sentam-se numa boa e confortavelmente.




05- Mesas ovais são lindas, mas cuidado com as cabeceiras. É um formato que mal dimensionado pode deixar quem vai “pagar a conta” meio desconfortável.




06- Para a mesa retangular ideal, considere 60cm para cada pessoa e some 40cm a mais em cada cabeceira.




07- A mesa quadrada fecha a lista. Sonho de consumo de muita gente e também motivo para frustração. Ao contrário do que se pensa, é um formato difícil de usar. Geralmente a pessoa olha a sala quadrada e acha que vai encaixar como uma luva, mas esquece de que o bufê e a circulação obrigatória mudam essa proporção.




08- Para todos os formatos de mesa citados existem, no mercado, opções menores (que não são ideais ergonomicamente, mas que podem resolver) para o mesmo número de pessoas. Antes de decidir o que é melhor para você, trena na mão e certeza do que é importante para a sua rotina.




09- A altura de mesa padrão varia de 70 a 76cm. Tem sido comum mesas rústicas com 80cm de altura, mas não são muito confortáveis a não ser que você seja muito mais alto(a) que a média.




10- A famosa dúvida: com tapete ou sem tapete?
Comece pensando na praticidade: tem criança pequena e/ou animais de estimação? Se for o caso, você está animada para retirar o tapete sempre que necessário para limpeza ou tem alguém que presta este serviço para você?




11- Se resolver que o tapete na sala de jantar é indispensável para sua vida, tenha certeza de que há espaço para isso. Para que as cadeiras não enrosquem ao voltar para o lugar, é preciso no mínimo 70cm de tapete partindo da borda da mesa.




12- Sou resultado de uma enorme mistureba: Italianos, espanhóis, franceses, negros e holandeses, com uma pitada de “baianês” e pernambucanos. Imagine, se só os italianos já fazem um enorme barulho, o que dirá essa galera sangue quente toda junta? Ficar batendo papo após as refeições faz parte das nossas noites e finais de semana. E garanto, cadeira é muito importante. Sei que é um item dispendioso por que é sempre multiplicado, mas é o conforto das suas refeições, reuniões e tudo mais.




13- Para simplificar, a altura ideal da cadeira é o resultado de quando você apoia os pés no chão e suas pernas ficam dobradas a 90º. 






14- Uma dica legal, se você quer sair do básico: use as cadeiras da cabeceira diferentes, ou ainda, todas as cadeiras diferentes se seu estilo é despojado.




15- Em apartamentos a falta de assentos é comum. Uma cadeira com jeitinho de poltrona pode mudar de uso quando a visita chegar e o sofá estiver disputado demais. Sai da mesa e vai para sala.






Espero que as 15 dicas sejam úteis para você e claro, as imagens sejam inspiradoras. 

Tem dúvidas? Quer compartilhar experiências? Poste nos comentários, estou ansiosa para saber sua opinião!

Beijos, beijos 



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