Recomendo

Resenha “Crianças Índigo” – Livro

outubro 27, 2015

RECOMENDO

Você já ouviu falar nas  geração “Baby Boomers”, “X”, “Y”, “Z”, “N”, “Alfa” ?  Pois é, a cada geração, especialistas constroem um perfil que caracterizam cada uma delas. Todas sempre direcionadas para o comportamento social. Mas, você sabia que essa não é a única vertente quando se trata de estudar as “novas”gerações? 



Crianças e adolescentes muito diferentes das crianças e adolescentes que seus pais foram, vêm chamando a atenção de professores, profissionais e familiares, principalmente por uma questão: estão transformando o mundo que conhecemos.




Na resenha do livro de hoje, o tema pode parecer meio estranho para alguns e até desconhecido para outros, mas é fato e vem sendo estudado há algum tempo: as crianças índigo.

É possível dizer que algumas dessas crianças já se tornaram adultas, pois as primeiras são da década de 70; porém, não em número suficiente para chamar a atenção, como ocorre atualmente. Desde os anos 1980 elas vêm nascendo cada vez em número maior, e devem continuar aumentando.




São crianças muito especiais e diferentes no pensar, agir e no saber. É bem provável que você conheça ou conviva com uma e não saiba. Eu sei... e foi por isso que este livro me chamou a atenção.

A visão que o livro oferece segue o caminho da espiritualidade, mas sem imposição de credos e religiões, mas uma forma diferenciada de ver certos tipos de crianças e como lidar com elas. Não tenho intenção de abrir espaço para discussões acaloradas sobre o que cada um acredita, pois eu acredito, acima de tudo, na liberdade e no direito de cada um ter suas próprias opiniões, sem que as mesmas sejam impostas a outros. Leia este texto quem se identificar e está tudo ok!!!

O livro foca vários temas e visões de profissionais de diferentes áreas e pais que convivem com crianças índigo. A intenção é entender, compreender e a partir daí descobrir como lidar, da melhor maneira possível, com essas crianças tão diferentes e especiais. 

Infelizmente, o livro é uma tradução americana, pautada, construída e cheia de referências de uma cultura bem diferente da nossa, porém muito mais antenada e disposta a manter a mente aberta, do que nós. Aqui, pouco se fala sobre o assunto e, portanto, pouco se faz.

O livro ajuda a identificar as crianças índigo, explica de onde veio o termo que as caracteriza, abre discussões sobre novas formas de educar e lidar com elas. Há muitas histórias e experiências reais contadas por pais, professores, educadores e profissionais da saúde sobre como lidam, como convivem e de que forma elas mudaram suas vidas. 

Durante todo o livro discute-se muito o diagnóstico sobre DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção) e TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção/hiperatividade), que pode ser erroneamente utilizado em crianças índigo e também sobre a real eficácia na utilização de remédios como a Ritalina para controlar a agitação dos pequenos.


As crianças índigo são muito agitadas, inteligentes em seus argumentos, seguros de si e de sua missão no planeta; são intuitivos e possuem seu próprio processo de aprendizagem, além de criativos.

Não toleram desonestidade, sentem-se especiais e só respeitam se são respeitados. Preferem ser tratados  de igual para igual e não como crianças e mesmo assim vivem sua infância com muita energia e criatividade. São independentes e exigem que suas capacidades e escolhas sejam respeitadas.

A intenção dos autores é que o livro ajude pais e professores a lidar com crianças índigo. Soluções padronizadas não funcionam para elas, é preciso muito amor e paciência, pois mudanças requerem quebra de paradigmas e pré-conceitos.

A maior preocupação discutida no livro é que índigos não identificados e educados da maneira convencional ou obrigadas a se moldarem a padrões, percam as referências de si mesmo e vejam morrer suas potencialidades natas. Podem tornar-se adolescentes problemáticos e inseguros; e adultos frustrados.

Permitir que cresçam em um ambiente saudável e estável, onde haja respeito por sua individualidade, é abrir caminho para que cheguem à idade adulta prontos para exercerem suas missões pessoais e coletivas: mudar o planeta.

Se você interessou-se pelo assunto, vale muito a leitura. Abra seu coração e sua mente e descubra que, apesar de serem crianças difíceis, elas são muito conscientes e espiritualizadas. Podemos aprender muito com elas e sobre nós mesmos. Ajudá-las é permitir que as novas atitudes e conceitos tomem o lugar dos velhos e ultrapassados métodos de educação e ensino e isso vale para pais, tios, avós, professores.

Gostou da dica de livro de hoje? Já leu? Deixe sua opinião ou um comentário sobre sua experiência com uma criança índigo ou sugira novos títulos!

Se curtiu, da uma passadinha na fan Page e se preferir, assine a Newsletter para receber em tempo real, as novas postagens no seu e-mail. (eu não envio spam!).

Beijos, beijos

Palavras do Coração

Um pedaço do tempo

outubro 22, 2015

PALAVRAS DO CORAÇÃO

Quando se tem uma criança de quatro anos passando férias escolares em casa é que você descobre como tudo muda. Muda a hora de levantar, de comer, de dormir e trabalhar. Muda seu ponto de vista do mundo. Com ela pertinho de você as coisas em volta ficam menos importantes. E se a importância das coisas for maior do que ela, ela mesma reorganiza a hierarquia e esclarece: hoje sou o centro do universo, porque não terei quatro anos para o resto da vida e você precisa me ver agora, compartilhar comigo o que estou descobrindo e o mundo encantado onde vivo de vez em quando.



A memória não guarda muitos registros desse lugar que um dia também já foi meu, mas revisitá-lo é parte da diversão, apesar das inúmeras puxadas de orelha que levo (dela) pela falta de traquejo. 

Às vezes me pego perguntando se um dia também fui assim ou se fazia isso ou aquilo. Conviver com uma pessoa de tamanho P que tem energia para distribuir e conversa com você de igual para igual é no mínimo surpreendente. 

Não me canso de olhar para ela e ter vontade de dividir aquele momento com mais gente, porque sei que é único. Tudo pela primeira vez tem sabor mais doce. Cada palavra nova, cada limite transposto, cada opinião e ponto de vista que ela desenvolve faz daquele pedaço do tempo especial. Pena que o arquivo das lembranças não tem capacidade ilimitada, ao menos não consciente, para armazenar tantos minutos especiais. Elas vão se sobrepondo, apagando-se e agente vai se alimentado do que acabou de acontecer.

Ela, como toda criança, tem pressa de crescer. Se soubesse o quanto é bom viver a infância sem ansiedade! Mas, só se tem consciência disso depois que o tempo do faz de conta acaba. E é assim que acontece com tudo na vida. Apenas quando nos vemos distantes do vilarejo onde mora a última experiência é que, de lá das montanhas, com visão panorâmica de tudo, é que descobrimos para que serviu aquele capítulo que acabou.

O tempo não para e os momentos vão acontecendo, mas tenho a impressão de que quando é possível dividi-los com alguém, duram mais, têm mais cheiro, cor e a memória disponibiliza lugar de honra para eles. Como se compartilhar multiplicasse a intensidade da experiência.

Comecei o texto de hoje falando da minha sobrinha, porque um dia antes vivi um desses momentos especiais que dá vontade de gravar para rever depois. Mas, enquanto escrevia, fui novamente surpreendida. Acho que vale a pena contar, mesmo que descrever a cena não seja tão contagiante quando presenciá-la.

Eu estava concentrada, escrevendo este mesmo texto que você está lendo. Ao longe, ouvia uma voz infantil que oscilava entre muito alta e quase imperceptível, mas num sobe e desce ritmado que me deixou intrigada. Parei o que estava fazendo e fui atrás do som. Claro que eu sabia que era ela, sua vozinha é inconfundível, mas queria saber qual era a arte em andamento.

Abri a porta do quarto e ela rapidamente soltou: “titia, olha o que a gente faz! Vai vovô!...” E então presenciei uma cena que deixou o meu dia com cara de festa. Com as duas mãozinhas fechadas a marcar o ritmo, ela e ele cantavam a música “Se essa rua fosse minha”, alternando altura e velocidade a cada conjunto de verso. As mãozinhas fechadas subiam e desciam para marcar o tempo e ela pulava junto com tanto entusiasmo que até perdia o fôlego. Quando a altura e velocidade aumentavam, ela pulava na mesma alegria e quando abaixavam, quase sussurrava a letra da música. O melhor de tudo era ouvi-la rindo depois de cada repetição; afinal,se está bom, para que parar? O avô, alguém que ninguém consegue imaginar fazendo parte de uma cena como essa, divertia-se tanto quanto e disputava o primeiro lugar na qualidade de risadas divertidas.

Fui apenas espectadora, discretamente emocionada, até ser inserida no ato pela estrela do show. A versão seguinte era cantar toda a música com voz grave, e o avô ainda caprichava na interpretação, como se fosse um senhor enorme e barrigudo cantando num desenho animado. Risadas? Mais do que você pode imaginar! E eu pensando o quão valioso estava sendo aquele espetáculo que com certeza, não teria bis. Mesmo que ela voltasse a brincar do mesmo jeito, o momento seria outro. 

Outro dia, conversando com um amigo, falávamos da questão felicidade. Segundo sua opinião, a felicidade plena é questionável, mas não os momentos felizes, ou seja, felicidade é feita de momentos e se você quer se considerar uma pessoa feliz, valorize-os. Fique atenta(o), pois são passageiros e não mandam aviso de que estão para acontecer.

Esse foi apenas um de tantos que tenho o privilégio de viver cada vez que essa pessoinha fofa está por perto. Um pequeno tesouro de felicidade que só pude mesmo eternizar escrevendo, pois outros momentos virão e a memória seletiva não garante lugar vip para todos.

Para finalizar as palavras de hoje, a dica é a seguinte. Aproveite os bons momentos. Filhos, sobrinhos, avós, pais, amigos, amores, paisagens, músicas, sensações, lembranças legais, saudades carinhosas, lugares especiais, pensamentos positivos... Todos e outros, são oportunidades para viver momentos felizes, só depende de você valorizá-los e aproveitá-los. Não tenha pressa, deixe que o relógio seja responsabilizado pelo atraso para chegar ao compromisso, mas não deixe de ver os cinco minutos de fama particular que seu filho está oferecendo para você, ou ouvir as palavras carinhosas de alguém que está por perto e quer lhe desejar um ótimo dia.

Desperte seus sentidos. Enxergue, ouça e sinta melhor. A vida é cheia de momentos difíceis, mas é mais sábio ocupar nossos arquivos com os melhores e mais felizes.

Grande beijo e muitas doses de alegria para seu dia!

Decoração

10 Dicas de como combinar o tapete

outubro 20, 2015

DECORAÇÃO

Tudo bem que algumas etapas da decoração são um pouco mais difíceis que outras e conhecer certos segredinhos ajuda muito. Hoje o tema do dia é tapete. Regras, dicas, sugestões e estilos. Falar sobre opiniões gerais é só um jeito de começar; afinal, tem gente que gosta e tem gente que acha que tapete só dá trabalho. Mas vamos combinar, sala sem tapete é quase como usar aquele vestido de parar o trânsito e sair de casa sem sapato e bolsa. Falta alguma coisa!


Portanto, vale a pena aprender um poquito mas  sobre o assunto pra fazer bonito em casa. Aí vai um pouco mais sobre o nosso velho amigo... o tapete.

Como combinar o tapete com outros elementos?


01- Se o tapete chegou para ser a estrela da sala, o sofá e outros elementos precisam ser neutros. É como o visual da balada. Decidiu usar aquele batom vermelho arrebatador? Deixe a make dos olhos de tirar o fôlego para outro dia e arrase sem medo!


02- Se quem brilha é o sofá, a cortina, ou peças de design, por exemplo, o tapete tem que ser neutro. Disputa por atenção sobrecarrega o visual. Deixa o tapete na dele.


03- Se os maiores elementos são neutros (sofá, cortina e tapete), pode ousar e abusar de almofadas coloridas e outros elementos. As almofadas podem ser trocadas com mais facilidade e por isso são as campeãs em brilhar, abuse!


04- Tapetes Orientais são lindos e combinam com quase tudo, um clássico. Nessa versão modernoza o tapete está montado como um patchwork, quase uma desconstrução do tapete original.


05- Os felpudos são aconchegantes, mas precisam brilhar solitariamente, pois tem grande peso visual. Para mantê-lo bonito e saudável é preciso usar aspirador sempre.


06- Não se esqueça do piso. De madeira, vinílico ou porcelanato, se liso ou levemente estampado (comos os veios da madeira), libera ousadia. Pisos de personalidade forte pedem tapetes neutros. 

- Com que cor eu vou?


07- Sua primeira preocupação deve ser manter o tapete em equilíbrio com o restante da decoração. Amarre a peça ao espaço utilizando uma das cores neutras existente no ambiente e no tapete.



08- Tapetes escuros são boa pedida para locais de muito tráfego e para quem tem criança em casa, além de ser um ótimo elemento contrastante, se seu piso for claro. Também funciona se é ele o ponto focal ou se você quer desviar a atenção de algum elemento que não gosta. 


09- Tapetes claros são lindos, ajudam a ampliar o ambiente e contrastam de um jeito super legal em pisos escuros, já que, trabalhar o contraste valoriza um e outro elemento. Porém, requer um pouco mais de atenção quanto à manutenção. 


10- Cuidado ao encher os olhos com modelos de cores fortes ou vibrantes, pode cansar com o tempo ou cair de moda e aí, será difícil aproveitá-lo em outro local, não apenas pela cor, mas porque talvez suas medidas não se adequem em outro ambiente. Mas isso não impede que você invista em uma peça com esse perfil. Seja feliz e demonstre sua personalidade da forma que for mais prazerosa para você!

Espero que a coleção de dicas sobre tapetes que venho postando esteja clareando o horizonte de quem está super a fim de dar um up no visual da casa. Outras dicas virão para que você se sinta segura e possa escolher o tapete certo. 

Beijos, beijos!!



Palavras do Coração

O Jardim da Paciência

outubro 15, 2015

PALAVRAS DO CORAÇÃO

Quase dez da noite e eu acordada. Às vezes tenho fases de insônia terríveis. Passo os dias alternando entre dormir muito tarde – o que pode ser bem produtivo se eu estiver envolvida em algum projeto legal. E dormir logo, mas acordar de madrugada – o que não é lá muito animador, pois o sono está presente, mas a cabeça não desliga.

No momento estou tratando o sono com remedinho fitoterápico (sempre fui contra usar remédio para solucionar o problema do sono) e estou conseguindo manter um ritmo de descanso.  Dormir cedo e acordar cedo. Confesso que já não fico mal humorada quando desperto às quatro e meia ou quinze para as cinco da manhã e ouço o galo cantar. Faço as contas e sei que dormi o tempo necessário. 

O papo começou tratando de hora e sono porque hoje resolvi me manter acordada piscando duro até escrever o que me deu vontade. Quando olhei no relógio e dei conta da hora, pensei: “Céus, vou começar a semana com sono, porque a coisa aqui vai longe!”. Bem, comecei. Agora vamos ver no que vai dar. Vamos ao assunto.

Como sempre comento, acredito que cada pessoa tem o seu aprendizado durante a vida. Como cada individuo é único, as experiências e aprendizados também são personalizados.  Não deve ser muito complicado descobrir o que você precisa aprender. Eu costumo olhar para trás e meditar sobre as cabeçadas que a vida me mandou e acho que, quando as experiências se repetem e você começa a colecionar galo sobre galo é um aviso de que a lição não foi aprendida e que está na hora de mudar de ângulo. Sair de lá do fundão da sala e saltar para a primeira carteira. Ouvir melhor, ver melhor e estar mais atenta (o) quanto ao real significado dos acontecimentos. Aprendeu? Não precisa mais repetir a lição. 

Uma vez uma amiga comentou que olhava tanto pelo retrovisor do carro, que se um dia ela tivesse que passar pela experiência de bater, seria uma senhora trombada na traseira de outro carro, porque no dela, ninguém bateria. Bom, olhar para o passado pode ser pouco recomendado se a intenção é remoer, reviver, alimentar sentimentos de raiva, mágoa ou coisas menos positivas. Mas, como a dualidade está presente em tudo, pois sempre há o lado bom e o lado menos fotogênico, espiar pelo retrovisor da vida pode sim ser uma boa maneira de rever conceitos e atitudes. 

Pois bem, considerando o que costumo ver pelo meu retrovisor, imagino que dentre muitas lições a aprender, tenho uma que deve ser mesmo a mais importante de todas para essa minha singela e calma existência, a paciência. 

Não a paciência na fila do banco ou em um balcão de atendimento, mas a paciência em relação à vida. Todo mundo tem seus planos e sonhos e eu também, mas eles nunca respeitaram meu relógio pessoal.  

Já escrevi aqui no blog sobre isso algumas vezes e acredito que esta não será a última. Aceitar as coisas como são, sem alimentar as frustrações que o tempo costuma acumular na nossa bagagem é umas das coisas mais difíceis que existe. 

Não estou dizendo que a frustração é o carro chefe dos meus sentimentos, ao contrário, sei que não posso reclamar uma vírgula da vida e acho que tenho mais do que preciso. Mas, também sei que paciência é uma virtude que se deve cultivar, e eu preciso de um jardim enorme com inúmeras variedades dessa flor difícil de cuidar.  No meu jardim atual minhas flores de paciência abrem e fecham constantemente de acordo com o momento. Fecham quando questiono o porquê das coisas que não vão como eu gostaria, abrem quando deixo de dar importância para o que não posso mudar e assim vai. 

O post de hoje foi escrito assim, com cara de desabafo porque as flores estão todas fechadas e a falta do perfume da paciência incomoda. Às vezes é bem difícil olhar para o jardim de lá da varanda e notar que não adianta tentar abri-las. A solução é sentar e curtir a paisagem até que meus pensamentos mudem, virem adubo, água e sementes para regar, alimentar e fazer nascer muitas outras flores nesse jardim difícil de manter.

Quem nunca passou por fases assim? E aí está o segredo do jardim da paciência, deixar passar. Sentei na varanda, olhei para o céu, deixei a música que mais me toca no momento repetir um sem número de vezes e escrevi o que o coração mandou. Obedeci. Espero que o recado compartilhado de hoje seja útil para o seu jardim da paciência também, que pequeno ou grande deve alternar momentos de flores e botões como o meu. E quando os botões teimarem em não abrir cultive-os do seu jeito. Tenha sabedoria para fazer esse momento passar de maneira produtiva e positiva. Deixe a paciência retomar o seu lugar e siga em frente, essas fraquezas são parte da vida e é lidando com elas que nos conhecemos melhor.

Beijos beijos e um belo jardim perfumado!



Recomendo

O Pequeno Príncipe – Filme

outubro 13, 2015

RECOMENDO

Quando recebi o convite de uma amiga para ir ao cinema assistir “O Pequeno Príncipe” pensei, ainda com o telefone no ouvido: será possível produzir algo tão lindo quanto o livro? Será que é possível se surpreender com uma história clássica e que a maioria já conhece tão bem? Fui.



Ao contrário do que imaginei e acredito que muitos também tenham me acompanhado nessa linha de pensamento, o filme não é uma reprodução do livro, mas uma citação que carrega sua essência. Emocionante para quem conhece o enredo e nada confuso para quem nunca o leu.


O filme acontece, na verdade, em torno de uma garotinha com uma mãe super, hiper, mega controladora e sua dedicação para que a filha ingresse em uma conceituada escola a qualquer custo e assim, torne-se uma “ótima” adulta. Como ela não passa no teste, sua mãe parte para o plano “B” e muda-se para uma casa próxima à escola para que sua pequena possa, por direito, frequentar o tal colégio.


Soterrada de afazeres, com horários rígidos e uma programação de estudos a ser cumprida, logo em seu primeiro dia, sozinha em casa, é surpreendida por uma hélice de avião que atravessa o muro e as paredes da casa, deixando um belo rombo por onde passa e causando um baita susto na menina. É neste momento que ela, sem muito contato direto, descobre quem mora ao lado: o aviador. Em pouco tempo tornam-se amigos e o aviador passa a contar a história do Pequeno Príncipe para ela.


Ao entrar pela primeira vez no quintal do excêntrico e simpático aviador, o espectador (no caso eu…rs) é capaz de sentir o enorme contraste entre os estilos de vida e os espaços em que ambos vivem. Adentrar junto com ela no quintal pulsante de energia, colorido e docemente bagunçado é um momento encantado e quase um alívio. 


As casas claramente refletem suas personagens e mais que isso, considerando que todo o bairro é constituído de casas exatamente iguais e muito frias, a dele é a única que se destaca com suas plantas, cores e bagunças. Acredito que podemos entender como um recado ou um questionamento nas entre linhas: todos os adultos tornam-se assim, quadrados, frios e iguais? A vida adulta precisa ser assim? Todos precisam esquecer-se da infância para tornarem-se adultos responsáveis e mergulhados em nada mais além de compromissos, prazos, regras e horários?



O encantamento é constante, me diverti de todas as maneiras. Dei muitas risadas e também gastei muitas lágrimas. A história da amizade entre a menina e o aviador acontece em paralelo com a história do Pequeno Príncipe. Diferenciadas pela técnica de animação; o clássico Pequeno Príncipe é feito em stop motion (nada mais apropriado, é romântico, delicado) e o da garotinha é computadorizado.




As histórias caminham juntas até o ponto em que novas possibilidades sobre o pequeno príncipe são levantadas. O conteúdo principal é, sem dúvida, a morte e o amor. Como lidar com ambos, principalmente a morte. Eu esperava chorar mais no final, imaginei mesmo que algo mais sofrido aconteceria, mas também entendo que a fantasia é a alma dessa história e não seguir por esse caminho, talvez, tenha sido uma maneira mais sensível e delicada de lidar com o assunto. As inseguranças e medos sobre crescer também estão presentes no enredo.


E para quem não sabe, (falei sobre isso aqui) quando criança ganhei o livro “O Pequeno Príncipe” do meu avô, mas em algum lugar entre minha infância a o início da fase a adulta ele sumiu. Não tenho ideia de seu destino, apenas sinto não tê-lo mais por seu valor sentimental e pelo livro também. Por isso, tenho um carinho todo especial pela história e talvez até por isso, eu tenha me emocionado tanto durante o longa.


Para fechar minha falação de hoje (empolguei-me), quero comentar sobre um pequeno detalhe: a raposa, a personagem que ensina o Pequeno Príncipe sobre o que é o amor (tornar-se essencial a alguém) está presente mais do que supomos, a garotinha encontra uma pequena raposa de pano, velha, suja, mas cativante e é com ela em seu braços que a trama segue em frente. 


É minha frase preferida!

E para encerrar:


Ficha Técnica – Filme:

Título: O Pequeno Príncipe
Distribuidor: Paris Filmes
Ano: 2015
Diretor: Mark Osborne (Kung Fu Panda)
Escrito por: Saint-Exupéry
Trilha sonora: Hans Zimmer e Richard Harvey
Música Tema: Somewhere Only We Know (Keane) – Lily Allen
Dubladores na versão original: Benicio Del Toro, Marion Cotillard, Jeff Bridges , James Franco, Rachel McAdams e Ricky Gervais.
Dubladores na versão em português: Larissa Manoela e Marcos Caruso

Beijos, beijos!!!

Publieditoriais

Portas de Aço x Retail Design

outubro 08, 2015

PUBLIEDITORIAL

Não sei se você leitora (o) está a par dos acontecimentos nos bastidores da vida dessa pessoa que vos fala, mas adoro estudar, ler e pesquisar. Minha vida, nos últimos tempos, tem estado bem agitada, tratando de novos conteúdos, e isso me mantém animada e viva!

Estou fazendo um curso de pós-graduação em design de interiores (estudando sempre) desde o ano passado e estou adorando. Uma vez por mês, passo um final de semana inteiro recheando meu cérebro com novos conteúdos e a cada módulo, um assunto novo. Dentre tantos, um mais interessante que o outro chamou a atenção o de título “Retail Design”. E aí vem a pergunta pairando sob sua cabeça: - O que é Retail Design? E eu, mais que prontamente respondo:


Retail Design é um jeito diferente de abordar projetos para os seguimentos de vendas e prestação de serviços. De lojas de fábricas, franquias, mercados, quiosques, outlets, lojas de departamentos, boutiques até escritórios, consultórios, exposições, clínicas, agências bancárias e muitos outros. O pulo do gato aqui é que o processo criativo vai além da definição de espaços e armazenamentos, envolve também a construção da marca ou produto, cria uma personalidade e atrai o consumidor que está em busca do sentimento de “pertencimento”.  A amplitude do processo criativo engloba conhecimentos de diversas áreas, além da arquitetura e do design de interiores, como marketing, arte, tecnologia, moda, sustentabilidade. Até mesmo os cinco sentidos são explorados de forma cuidadosa e bem direcionada. Você já entrou em uma loja apenas porque o aroma chamou sua atenção?

Pois é, pesquisar, desenvolver ideias, crias soluções, desenhar e executar são fases obvias no ato de projetar e quanto mais completa é a proposta, mais próximo do resultado ideal para o cliente, mas tem uma coisinha que muita gente esquece ou até mesmo nem nota que existe e, na verdade, é extremamente essencial: o fechamento/segurança. 


Existem lojas em determinados seguimentos que são verdadeiras joias da criatividade e, assim como todo o tipo de comércio e prestação de serviço, precisam ser protegidas, ou seja, em algum momento elas estarão fechadas e aí é que entra a cereja do bolo, fechá-las e ainda sim, manter seu valor visual e a exposição do produto. E você pensa que é pouca coisa? 


A empresa SOPORTAS de aço oferece três modelos super bem resolvidos para necessidades diferentes, dentre tantos outros que podem solucionar suas necessidades em grande estilo. A primeira é a Transvision, suas lâminas de aço de alta resistência possuem furos com 3,18mm, o que permite ventilação, segurança e visibilidade, ou seja, conforme o projeto de iluminação, é possível visualizar a loja de fora para dentro, ou por questão de segurança, ter visibilidade de dentro para fora. É material que permite valorizar o conteúdo e a fachada ao mesmo tempo e prato cheio para projetos criativos e cheios de personalidade.


O modelo Transvision não é uma solução eficiente apenas para lojas, boutiques, shoppings, cinemas, é também uma solução criativa para residências. E além de tudo, podem ser coloridas com pintura eletrostática, o que oferece ainda mais charme à fachada! 


Outro modelo superlegal é a porta chamada Tijolinho. Tem esse nome pois realmente parece uma parede de tijolos vazada, e apesar da aparência rígida, ela é flexível e segura como toda porta de aço. De personalidade forte, pode complementar a linguagem externa do projeto sem impedir a visualização interna. Barreira visual zero e produtos expostos continuamente.


Sua maior vantagem, além da enorme visibilidade que oferece, é ser silenciosa, principalmente se automatizada e, por isso, superindicada para clínicas, unidades de saúde e condomínios, mas também muito utilizada em projetos comerciais.

A terceira boa solução da SOPORTAS de aço é a Vazada. Segue o mesmo esquema do modelo Tijolinho, vantagens e qualidades, porém um pouco mais fechada. Tudo é questão de criatividade e olha só na imagem acima, que efeito surpreendente! 



E para finalizar com chave de ouro, vem a boa notícia: todas elas podem ser automatizadas!!! Apesar de serem portas leves para o manuseio, pois utilizam a força da gravidade a favor de sua movimentação, a empresa SOPORTAS de aço sugere a automação para aumentar a durabilidade da porta. Ao ser acionada manualmente, com o tempo, a aplicação da força de forma desigual ao “empurrar”, pode desalinhá-la, ao passo que o sistema automatizado “puxa” a porta, mantendo-a sempre alinhada, afinal de contas, são portas que preenchem vãos enormes, de até 15m! E você só precisa de um ponto de energia e o capricho da instalação da empresa SOPORTAS de aço!!!


Escolhi três opções de modelo que fizeram meus olhos brilharem logo de início. Quer conhecer um pouco mais da SOPORTAS de aço? Clique aqui e navegue pelo site para conhecer outros modelos!


Este post é um publieditorial e ajuda o blog OHDECASAA a seguir em frente. Clique aqui , conheça as opções de publicidade aqui do blog e como elas funcionam.

Beijos, beijos



Decoração

11 Dicas sobre o melhor formato e textura para o seu tapete

outubro 06, 2015

DECORAÇÃO

Conforto e bem estar já são nossos velhos conhecidos mas, além deles, e tão importante quanto, é a forma como você se sente, o prazer de estar ali em meio as suas coisas, suas escolhas, um lugar com a sua cara e sua alma.

A função da casa, além de acolher e proteger é ser também um espelho de quem mora, é o seu lugar no mundo e merece ter uma atenção especial, para que, quando você entrar pela porta, sinta realmente que é onde você gostaria e deveria mesmo estar naquele momento. 

Algumas coisinhas em especial ajudam muito na hora de personalizá-la e uma delas é o tapete. Hoje trouxe para vocês mais uma parte do conteúdo enorme que montei sobre o assunto.
Vamos a ele.

Qual formato é a melhor opção?


01- Não existe uma receita única para todas as dúvidas. Cada ambiente é composto por suas próprias características e necessidades, o que resultará em uma solução específica. 



02- Para salas de estar, sala de TV e jantar os tapetes retangulares são super eficientes e dão ótimos resultados se combinados com mesas ovais ou retangulares como o tapete;



03- Mesas quadradas e redondas casam bem com tapetes quadrados.





04- Os tapetes redondos são charmosos e dão um super toque de descontração. Menos exigentes quanto à localização, podem ser utilizados de forma assimétrica ou descentralizada dentro do espaço. São bem explorados em ambientes como quartos infantis, hall de entrada, salas, quartos, escritórios e são ótimos para valorizar cantos em ambientes maiores e contemporâneos. Também podem criar espaços e cantos charmosos, por exemplo, um cantinho com mesa baixa e cadeiras a volta para um simples bate papo;

De que material e textura escolho o meu tapete?


05- Não tenha medo e nem vergonha em tirar os sapatos e fazer uma caminhada para test drive no tapete. Sinta.


06- Em dormitórios e salas de TV, tapetes altos e gostosos ao toque são super indicados e bem vindos também em regiões frias, para aquecer e aconchegar.


07- Os de pelo curto são mais práticos e por isso casam bem em ambientes como estar e jantar.


08- Para regiões mais quentes tapetes de materiais naturais como fibras e ripas de bambu são bem vindos e fáceis de manter.

09- Se alguém na sua família tem problemas respiratórios, dê mais atenção aos tapetes 100% algodão, os de fibra sintética e os com tratamento antiácaro.


10- Para quem acha que tapete fica bom só em área social e dormitórios, engana-se. Na cozinha, os emborrachados não escorregam e são fáceis de limpar. A lambança do vai e vem de panelas e alimentos, fica controlada se o piso está protegido.


11- A tapeçaria tradicional é composta pelos famosos tapetes persas, turcos, asiáticos, afegãos, franceses (do século XVIII) e indianos. Cada qual com sua própria característica visual e material. Para não deixar o conteúdo geral mais extenso do que já está, deixarei as estrelas da categoria para outro momento.

Dica: Longe de julgar ou definir certo e errado, prefiro não utilizar tapetes feitos de pelos de animais. Se o ambiente requer ousadia, prefiro optar por outros modelos. Essa é apenas uma opinião, a minha.

Espero que tenham gostado das dicas de hoje, e podem esperar, ainda virão muitas outras dicas interessantes e pertinentes sobre o assunto.

Beijos, beijos!!!



Ôh de Casaa!! Store

Manifesto

Manifesto
Comprar de quem faz...

Instagram