Palavras do Coração

Santo Antônio no século XXI

junho 05, 2019

PALAVRAS DO CORAÇÃO


Cá estou novamente pensando sobre o nosso querido Santo Antônio, santo sofrido e maltratado pelas moçoilas desesperadas e um tanto indignadas com a falta de retorno do santo casamenteiro mais ocupado do universo, se Santo Antônio fosse o chefe de uma repartição pública, com certeza teria a lista mais gooooorda de funcionários do céu, e em junho, muuuuuuitos temporários extras...hehehehe.


Estava eu e meus botões batendo um papinho animado sobre a dificultosa missão de Santo Antônio, não deve ser fácil levar tanta bordoada, ser afogado, chantageado, enterrado e sei lá o que mais a imaginação dessa mulherada desesperada pode inventar. Mas será que os novos tempos não estão trazendo ares mais leves para o melhor amigo das encalhadas?  Afinal de contas, o feminismo está aí e muitas mulheres já descobriram que não dependem da presença masculina para ter uma vida plena. 

Claro que uma vida a dois é enriquecedora e importante em vários aspectos, mas não é preciso viver a neurose da tia encalhada né?!  Acho que Santo Antônio deve “di tá” fazendo uma baita campanha pela conquista feminina neste mundão de Deus, afinal, vai rolar uma folguinha pra ele e, quem sabe, umas férias? Mais do que merecidas né não?

Aliás, pensando nas possibilidades dos novos tempos, porque não abrir um departamento para os rapazes, tão ressentidos quantos as moças, por não encontrarem sua alma gêmea? Direitos iguais néééé??!!!! Iche... mais trampo para Santo Antônio, o dó!!! Rsrsrs


Tudo bem que a ala masculina não curte muito admitir a falta feminina em suas vidas, mas arrisco, sem querer arrumar um dilema profundo, que o departamento dos corações solitários dos meninos, no momento, pode estar tão “precisado” ou mais, quanto o das meninas! Tempo confuso e de muitas transformações, eles nem sempre se sentem confiantes em relação aos conceitos feministas, aliás, a maioria nem sabe bem o que isso significa, ops, na verdade, nem a própria mulherada está tão bem informada quanto deveria! É... pois é!


Eu mesma passei a entender melhor o conceito faz só um “téquinho” de tempo. Imaginava que o Feminismo seria irmã gêmea do Machismo... só que não. Se assim fosse, teríamos uma guerra hor-ro-ro-sa entre os sexos... não né!? Coisa sem lógica, sem pé nem cabeça. Mas falar de forma detalhada sobre tema tão atual, seria um tanto cansativo para este meu texto meigo sobre o nosso amigo Antônio, Santo dos corações transbordantes de amor. Por isso, para honrar o tema, continuemos a escrever sobre amor... 

Claro, o feminismo fala sobre amor! Você não sabia? Nem eu, e acho que nem Santo Antônio estava tão atualizado! Olha só, amor encontra sinônimo em várias palavras: 

Respeito - Carinho -  Igualdade - Direitos = Feminismo!!! 

E aí você me pergunta: tem certeza disso? E eu, super solicita, digo: Claro!!! E vou resumir...


Respeito: Quem ama respeita opiniões, escolhas, fraquezas, qualidades (não as enxerga como algo negativo, ou motivo para disputas – no caso das qualidades) 

Carinho: Quem ama abraça, acarinha, aceita, apoia, fortalece; não repele ou diminui.

Igualdade: Quem ama entende que capacidade, eficiência, competência, talento, inteligência são qualidades e conquistas pessoais jamais definidas por gênero, cor, raça ou qualquer outra coisa. 

Direitos: Quem ama compreende que direitos e obrigações têm o mesmo peso para todos, meninos e meninas (nascidos prontos ou por escolha do coração e da alma)

Entãããããoooo é isso Santinho querido! Feminismo é ter o moço e a moça em pé de igualdade, ao invés de alimentar a ação de um subjugar o outro. Sei que o Senhor é mega ocupado e que chegou a pensar que “irias tirar umas fériazinhas das boas”, mas óh.... vai rolâ não...hehehe! Pelo jeito, vem mais “surviço” por aí. Muitos novos departamentos sendo abertos e um aumento considerável de funcionários dedicados ao amor! O negócio é se adaptar ao novo milênio, abraçar as mudanças e ser feliz!!


É  Santo Antônio no século XXI !!!!!!
Beijos, beijos!!!


Arte e Design

Stella Ferraz - Arte na Cozinha

maio 29, 2019

ARTE E DESIGN

Nessa minha busca em pesquisar para dividir descobertas e informações, venho misturando assuntos técnicos com outros mais divertidos! Acho que vale a pena oferecer temas especiais. Na minha pesquisa em busca de novidades, fui parar em sites americanos sobre designers e aí, vasculhando, me deu o estalo! E a arte no Brasil? Então, me lembrei que um dia, muitos anos atrás, conheci o atelier da ceramista Stella Ferraz.


Fui apresentada ao espaço simpático e cheio de estilo  por um amigo craque em achados – mas não foi o da foto acima, foi o anterior... mas tá valendo né!?). Adorei o lugar e as peças, e tenho certeza de que você também vai se encantar. São utilitários e peças especiais, desenvolvidas em linhas ou criações sob encomenda. Até a lista de casamento vai ficar especial e pode ser feita do jeito que mais te agrada. 

Com tanto encanto e delicadeza, não me contive e resolvi compartilhar com vocês, espero que ela não se incomode, mas tanta beleza e talento devem ser vistos! Para quem gosta do que é belo e de qualidade... sonhe de olhos abertos!






Uma mesa bonita é feita de amor, imagina só quanto amor tem em cada uma dessas belezuras!!! Não foi feito por máquina, foi feito à mão, com dedicação, carinho e muuuuito suor!O forno é quente bem 🔥!!! rsrsrs!!!

Beijos, Beijos

Decoração

Loft – Quero um pra mim!

maio 22, 2019

DECORAÇÃO

Eu con-fes-so-o-o-o!! rsrsrs. Adoro o conceito de Loft, acho mega charmoso!! Pena que aqui no Brasil não rola, a pegada por aqui é outra; a localização, o estilo de construção e a nossa cultura não abrem muito espaço. Apesar de que, acho que o que falta mesmo é incentivo. 


Me lembro que, na faculdade (que já faz um tempinho....hehe), fizemos projetos para reurbanização de uma área de depósitos abandonados do porto de Santos. projetamos áreas culturais, espaços para vida noturna e, claro, o meu queridinho loft. Mas, da ideia para a ação, rola uma certa “dificulidade” política e burocrática, “tão tão”, que ninguém se atreve lutar a favor.


E aí vem aquela dúvida que surge do âmago do ser: Loft é igual a Quitinete, que é igual a Flat e que é igual a Estúdio? Não pessoas queridas, não temos quadrigêmeos nesta saga. Cada um é um, mas para não “incompridá o cunversê” vou simplificar: 



Quitinete: Sinônimo de calor humano, com cerca de 50m2 para quarto, sala (questão de criatividade hehe), cozinha, lavanderia e banheiro.
Maiores fãs: estudantes sedentos por liberdade, solteiros de todas as idades e idosos sozinhos.


Estúdio: Ainda menor, com mais ou menos 30m2, costuma ter o quarto em espaço privativo (junto com o banheiro tá!?) e o restante integrado. A atração fica por conta dos espaços coletivos de lazer, lavanderia e serviço de diarista.
Coisa de gente grande...


Flat: É como um quarto de hotel com brindes:  amostra grátis (oi??) de sala e amostra grátis (hahaha) de cozinha (que de graça não tem nada nééé!?). Os serviços são os mesmos da hotelaria, mas a locação é diferente.
Não é “P.F.”, mas é coisa de executivo!!


Loft: Aêêê !!!! Agora sim, o assunto me animou! Então não vou resumir não, vamos dar uns passinhos para trás e conhecer o comecinho de tudo, assim podemos entender melhor esse jeito de morar tão charmoso e que, geralmente, só vemos em filmes.


Como nosso amigo Jeans (leia aqui), porém um pouco mais jovem, o Loft também nasceu na França, na década de 50 e rapidinho cruzou o Atlântico para fazer seu nome em Nova Iorque.



A definição do termo Loft vem do uso de espaços transformados e adaptados para moradias, que originalmente eram utilizados para armazenagem ou produção; ambientes como galpões industriais ou celeiros e, geralmente, com um pé direito caprichado que o povo aproveita para construir o desejado mezanino.


E como ele criou fama mundial? Essa é fáááácil, culpa do cinema... de novo!!! Pois é pessoas queridas, o cinema sempre foi o tal quando se trata de criar moda, hoje ele divide o ofício com a TV e a Internet, mas ainda dá muito caldo!😁



Mas, voltando ao assunto da vez, o Loft, com esse jeito informal, despojado e estilo “tô nem aí”, virou marca registrada da galera alternativa, uma turma que prefere ser diferente, do que nadar no mesmo sentido que o resto do mundo.... liberdade!



O sucesso foi tanto que, depois de um tempo, os Lofts genéricos começaram a surgir. As construtoras perceberam a tendência e mandaram ver na produção. O jeitão é o mesmo, só que a construção é nova:

- Liberdade total com ambientes integrados;
- Muita coisa aparente: parede de tijolos, tubulações e estruturas de ferro ou madeira;
- Acabamentos sem “mimi”, tipo cimento queimado;
- Muita luz natural com janelas grandes e amplas;
- Pé direito alto;
- Mezanino (opcional);







E “vamú cumbiná” que deve ser uma delícia morar num espaço assim!!??? A amplitude, a sensação de espaço, de liberdade!!! Eu quero um pra miiim!!! 

Beijos, beijos!!!

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