Decoração

10 Dicas de como combinar o tapete

outubro 20, 2015

DECORAÇÃO

Tudo bem que algumas etapas da decoração são um pouco mais difíceis que outras e conhecer certos segredinhos ajuda muito. Hoje o tema do dia é tapete. Regras, dicas, sugestões e estilos. Falar sobre opiniões gerais é só um jeito de começar; afinal, tem gente que gosta e tem gente que acha que tapete só dá trabalho. Mas vamos combinar, sala sem tapete é quase como usar aquele vestido de parar o trânsito e sair de casa sem sapato e bolsa. Falta alguma coisa!


Portanto, vale a pena aprender um poquito mas  sobre o assunto pra fazer bonito em casa. Aí vai um pouco mais sobre o nosso velho amigo... o tapete.

Como combinar o tapete com outros elementos?


01- Se o tapete chegou para ser a estrela da sala, o sofá e outros elementos precisam ser neutros. É como o visual da balada. Decidiu usar aquele batom vermelho arrebatador? Deixe a make dos olhos de tirar o fôlego para outro dia e arrase sem medo!


02- Se quem brilha é o sofá, a cortina, ou peças de design, por exemplo, o tapete tem que ser neutro. Disputa por atenção sobrecarrega o visual. Deixa o tapete na dele.


03- Se os maiores elementos são neutros (sofá, cortina e tapete), pode ousar e abusar de almofadas coloridas e outros elementos. As almofadas podem ser trocadas com mais facilidade e por isso são as campeãs em brilhar, abuse!


04- Tapetes Orientais são lindos e combinam com quase tudo, um clássico. Nessa versão modernoza o tapete está montado como um patchwork, quase uma desconstrução do tapete original.


05- Os felpudos são aconchegantes, mas precisam brilhar solitariamente, pois tem grande peso visual. Para mantê-lo bonito e saudável é preciso usar aspirador sempre.


06- Não se esqueça do piso. De madeira, vinílico ou porcelanato, se liso ou levemente estampado (comos os veios da madeira), libera ousadia. Pisos de personalidade forte pedem tapetes neutros. 

- Com que cor eu vou?


07- Sua primeira preocupação deve ser manter o tapete em equilíbrio com o restante da decoração. Amarre a peça ao espaço utilizando uma das cores neutras existente no ambiente e no tapete.



08- Tapetes escuros são boa pedida para locais de muito tráfego e para quem tem criança em casa, além de ser um ótimo elemento contrastante, se seu piso for claro. Também funciona se é ele o ponto focal ou se você quer desviar a atenção de algum elemento que não gosta. 


09- Tapetes claros são lindos, ajudam a ampliar o ambiente e contrastam de um jeito super legal em pisos escuros, já que, trabalhar o contraste valoriza um e outro elemento. Porém, requer um pouco mais de atenção quanto à manutenção. 


10- Cuidado ao encher os olhos com modelos de cores fortes ou vibrantes, pode cansar com o tempo ou cair de moda e aí, será difícil aproveitá-lo em outro local, não apenas pela cor, mas porque talvez suas medidas não se adequem em outro ambiente. Mas isso não impede que você invista em uma peça com esse perfil. Seja feliz e demonstre sua personalidade da forma que for mais prazerosa para você!

Espero que a coleção de dicas sobre tapetes que venho postando esteja clareando o horizonte de quem está super a fim de dar um up no visual da casa. Outras dicas virão para que você se sinta segura e possa escolher o tapete certo. 

Beijos, beijos!!



Palavras do Coração

O Jardim da Paciência

outubro 15, 2015

PALAVRAS DO CORAÇÃO

Quase dez da noite e eu acordada. Às vezes tenho fases de insônia terríveis. Passo os dias alternando entre dormir muito tarde – o que pode ser bem produtivo se eu estiver envolvida em algum projeto legal. E dormir logo, mas acordar de madrugada – o que não é lá muito animador, pois o sono está presente, mas a cabeça não desliga.

No momento estou tratando o sono com remedinho fitoterápico (sempre fui contra usar remédio para solucionar o problema do sono) e estou conseguindo manter um ritmo de descanso.  Dormir cedo e acordar cedo. Confesso que já não fico mal humorada quando desperto às quatro e meia ou quinze para as cinco da manhã e ouço o galo cantar. Faço as contas e sei que dormi o tempo necessário. 

O papo começou tratando de hora e sono porque hoje resolvi me manter acordada piscando duro até escrever o que me deu vontade. Quando olhei no relógio e dei conta da hora, pensei: “Céus, vou começar a semana com sono, porque a coisa aqui vai longe!”. Bem, comecei. Agora vamos ver no que vai dar. Vamos ao assunto.

Como sempre comento, acredito que cada pessoa tem o seu aprendizado durante a vida. Como cada individuo é único, as experiências e aprendizados também são personalizados.  Não deve ser muito complicado descobrir o que você precisa aprender. Eu costumo olhar para trás e meditar sobre as cabeçadas que a vida me mandou e acho que, quando as experiências se repetem e você começa a colecionar galo sobre galo é um aviso de que a lição não foi aprendida e que está na hora de mudar de ângulo. Sair de lá do fundão da sala e saltar para a primeira carteira. Ouvir melhor, ver melhor e estar mais atenta (o) quanto ao real significado dos acontecimentos. Aprendeu? Não precisa mais repetir a lição. 

Uma vez uma amiga comentou que olhava tanto pelo retrovisor do carro, que se um dia ela tivesse que passar pela experiência de bater, seria uma senhora trombada na traseira de outro carro, porque no dela, ninguém bateria. Bom, olhar para o passado pode ser pouco recomendado se a intenção é remoer, reviver, alimentar sentimentos de raiva, mágoa ou coisas menos positivas. Mas, como a dualidade está presente em tudo, pois sempre há o lado bom e o lado menos fotogênico, espiar pelo retrovisor da vida pode sim ser uma boa maneira de rever conceitos e atitudes. 

Pois bem, considerando o que costumo ver pelo meu retrovisor, imagino que dentre muitas lições a aprender, tenho uma que deve ser mesmo a mais importante de todas para essa minha singela e calma existência, a paciência. 

Não a paciência na fila do banco ou em um balcão de atendimento, mas a paciência em relação à vida. Todo mundo tem seus planos e sonhos e eu também, mas eles nunca respeitaram meu relógio pessoal.  

Já escrevi aqui no blog sobre isso algumas vezes e acredito que esta não será a última. Aceitar as coisas como são, sem alimentar as frustrações que o tempo costuma acumular na nossa bagagem é umas das coisas mais difíceis que existe. 

Não estou dizendo que a frustração é o carro chefe dos meus sentimentos, ao contrário, sei que não posso reclamar uma vírgula da vida e acho que tenho mais do que preciso. Mas, também sei que paciência é uma virtude que se deve cultivar, e eu preciso de um jardim enorme com inúmeras variedades dessa flor difícil de cuidar.  No meu jardim atual minhas flores de paciência abrem e fecham constantemente de acordo com o momento. Fecham quando questiono o porquê das coisas que não vão como eu gostaria, abrem quando deixo de dar importância para o que não posso mudar e assim vai. 

O post de hoje foi escrito assim, com cara de desabafo porque as flores estão todas fechadas e a falta do perfume da paciência incomoda. Às vezes é bem difícil olhar para o jardim de lá da varanda e notar que não adianta tentar abri-las. A solução é sentar e curtir a paisagem até que meus pensamentos mudem, virem adubo, água e sementes para regar, alimentar e fazer nascer muitas outras flores nesse jardim difícil de manter.

Quem nunca passou por fases assim? E aí está o segredo do jardim da paciência, deixar passar. Sentei na varanda, olhei para o céu, deixei a música que mais me toca no momento repetir um sem número de vezes e escrevi o que o coração mandou. Obedeci. Espero que o recado compartilhado de hoje seja útil para o seu jardim da paciência também, que pequeno ou grande deve alternar momentos de flores e botões como o meu. E quando os botões teimarem em não abrir cultive-os do seu jeito. Tenha sabedoria para fazer esse momento passar de maneira produtiva e positiva. Deixe a paciência retomar o seu lugar e siga em frente, essas fraquezas são parte da vida e é lidando com elas que nos conhecemos melhor.

Beijos beijos e um belo jardim perfumado!



Recomendo

O Pequeno Príncipe – Filme

outubro 13, 2015

RECOMENDO

Quando recebi o convite de uma amiga para ir ao cinema assistir “O Pequeno Príncipe” pensei, ainda com o telefone no ouvido: será possível produzir algo tão lindo quanto o livro? Será que é possível se surpreender com uma história clássica e que a maioria já conhece tão bem? Fui.



Ao contrário do que imaginei e acredito que muitos também tenham me acompanhado nessa linha de pensamento, o filme não é uma reprodução do livro, mas uma citação que carrega sua essência. Emocionante para quem conhece o enredo e nada confuso para quem nunca o leu.


O filme acontece, na verdade, em torno de uma garotinha com uma mãe super, hiper, mega controladora e sua dedicação para que a filha ingresse em uma conceituada escola a qualquer custo e assim, torne-se uma “ótima” adulta. Como ela não passa no teste, sua mãe parte para o plano “B” e muda-se para uma casa próxima à escola para que sua pequena possa, por direito, frequentar o tal colégio.


Soterrada de afazeres, com horários rígidos e uma programação de estudos a ser cumprida, logo em seu primeiro dia, sozinha em casa, é surpreendida por uma hélice de avião que atravessa o muro e as paredes da casa, deixando um belo rombo por onde passa e causando um baita susto na menina. É neste momento que ela, sem muito contato direto, descobre quem mora ao lado: o aviador. Em pouco tempo tornam-se amigos e o aviador passa a contar a história do Pequeno Príncipe para ela.


Ao entrar pela primeira vez no quintal do excêntrico e simpático aviador, o espectador (no caso eu…rs) é capaz de sentir o enorme contraste entre os estilos de vida e os espaços em que ambos vivem. Adentrar junto com ela no quintal pulsante de energia, colorido e docemente bagunçado é um momento encantado e quase um alívio. 


As casas claramente refletem suas personagens e mais que isso, considerando que todo o bairro é constituído de casas exatamente iguais e muito frias, a dele é a única que se destaca com suas plantas, cores e bagunças. Acredito que podemos entender como um recado ou um questionamento nas entre linhas: todos os adultos tornam-se assim, quadrados, frios e iguais? A vida adulta precisa ser assim? Todos precisam esquecer-se da infância para tornarem-se adultos responsáveis e mergulhados em nada mais além de compromissos, prazos, regras e horários?



O encantamento é constante, me diverti de todas as maneiras. Dei muitas risadas e também gastei muitas lágrimas. A história da amizade entre a menina e o aviador acontece em paralelo com a história do Pequeno Príncipe. Diferenciadas pela técnica de animação; o clássico Pequeno Príncipe é feito em stop motion (nada mais apropriado, é romântico, delicado) e o da garotinha é computadorizado.




As histórias caminham juntas até o ponto em que novas possibilidades sobre o pequeno príncipe são levantadas. O conteúdo principal é, sem dúvida, a morte e o amor. Como lidar com ambos, principalmente a morte. Eu esperava chorar mais no final, imaginei mesmo que algo mais sofrido aconteceria, mas também entendo que a fantasia é a alma dessa história e não seguir por esse caminho, talvez, tenha sido uma maneira mais sensível e delicada de lidar com o assunto. As inseguranças e medos sobre crescer também estão presentes no enredo.


E para quem não sabe, (falei sobre isso aqui) quando criança ganhei o livro “O Pequeno Príncipe” do meu avô, mas em algum lugar entre minha infância a o início da fase a adulta ele sumiu. Não tenho ideia de seu destino, apenas sinto não tê-lo mais por seu valor sentimental e pelo livro também. Por isso, tenho um carinho todo especial pela história e talvez até por isso, eu tenha me emocionado tanto durante o longa.


Para fechar minha falação de hoje (empolguei-me), quero comentar sobre um pequeno detalhe: a raposa, a personagem que ensina o Pequeno Príncipe sobre o que é o amor (tornar-se essencial a alguém) está presente mais do que supomos, a garotinha encontra uma pequena raposa de pano, velha, suja, mas cativante e é com ela em seu braços que a trama segue em frente. 


É minha frase preferida!

E para encerrar:


Ficha Técnica – Filme:

Título: O Pequeno Príncipe
Distribuidor: Paris Filmes
Ano: 2015
Diretor: Mark Osborne (Kung Fu Panda)
Escrito por: Saint-Exupéry
Trilha sonora: Hans Zimmer e Richard Harvey
Música Tema: Somewhere Only We Know (Keane) – Lily Allen
Dubladores na versão original: Benicio Del Toro, Marion Cotillard, Jeff Bridges , James Franco, Rachel McAdams e Ricky Gervais.
Dubladores na versão em português: Larissa Manoela e Marcos Caruso

Beijos, beijos!!!

Ôh de Casaa!! Store

Manifesto

Manifesto
Comprar de quem faz...

Instagram

Loja do Ôh de Casaa!!!