Revista In Focus - Outubro / Novembro 2010

setembro 26, 2014

NA MÍDIA


A Luz dá o clima
Por  Rocéli Rapini


É muito simples chegar em casa, abrir a porta, entrar e acionar o interruptor. É como andar de bicicleta, uma ação automática. A luz se faz e ninguém corre o risco de tropeçar, trombar ou derrubar algo. Mas, será que iluminar é apenas isso? Segurança? Em algum momento você já avaliou a maneira como vivencia sua casa e se o tipo de iluminação atual preenche todas as suas necessidades? Questionar é um bom começo para encontrar boas respostas.

Como obviamente não desenvolvemos as mesmas atividades na cozinha, no dormitório ou na sala e provavelmente, a maneira de utilizá-los é uma particularidade de cada um, para cada resultado pretendido, há uma solução ideal ou até mais de uma. 

Ter luz no ambiente é bem diferente de iluminar corretamente. Hoje, os diferentes tipos de lâmpadas, cores de luz, modelos de luminárias, consumo de energia e o continuo crescimento em pesquisas, abre-nos um leque de opções e qualidade de iluminação sem precedentes. 

Para a introdução sobre um assunto tão vasto, farei um apanhado rápido sobre alguns itens. 
Funcionalmente são três as possibilidades: Iluminação geral oferece poucos contrastes através da distribuição uniforme da luz, facilita a circulação, o conforto visual e pode ser resolvida com luminárias para luz direta (para baixo) ou indireta (para cima), com lâmpadas econômicas (frias) ou halógenas (quentes). 


A iluminação de destaque valoriza pontos específicos do ambiente, destacando objetos, quadros e superfícies. Pode transformar emoções e criar novas sensações. Neste caso, as mais usadas são as luminárias de embutir comuns ou recuadas, para diferentes tipos de lâmpadas, de preferência as de cores quentes. 

Iluminação de tarefas: escrever, cozinhar, lavar, estudar e assistir TV requer soluções especificas. Por exemplo: assistir TV é mais agradável com luz difusa (indireta) e longe da tela para evitar reflexo e ofuscamento; na cozinha um ponto acima da área de trabalho evita sombra ao lavar os alimentos e facilita a limpeza da louça; para estudar, uma luminária de mesa garante conforto e saúde para os olhos.

Uma dúvida comum: Com gesso ou sem gesso? Se a intenção é um visual clean, sem pontos de atenção onde apenas sente-se a luz, o gesso permite utilizar luminárias de embutir, discretas e de belo efeito visual. Também pode resultar em projeto mais arrojado, com sanca aberta ou fechada. 

Mas, se gesso não é uma opção possível, alguns modelos de sobrepor podem fazer a vez e produzir ótimos resultados aliados a abajures e luminárias de piso. Outra dica é ousar, misturando o brilho das lâmpadas halógenas e o custo benefício das fluorescentes (econômicas).

Todos esses segredinhos e dicas, bem orquestrados através de estudos e projetos, dão o acabamento final a qualquer ambiente. Soluções simplificadas ou mais elaboradas não são regras, mas sim, resultado do perfil individual ou coletivo (família) do morador: você. 
Então, que se faça a luz! E até a próxima edição.


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